Festival não é só música. É encontro, cultura e comunidade
Durante muito tempo, festival foi sinônimo de música ao vivo e grandes palcos. Hoje, essa definição já não dá conta da experiência completa. Festivais multigênero se consolidaram como espaços onde diferentes culturas, públicos e narrativas se cruzam, criando encontros que vão além do show. A partir de exemplos no Brasil e no mundo, este editorial analisa como curadoria diversa, políticas de inclusão, ocupação urbana e impacto econômico transformam festivais em plataformas culturais vivas. Do The Town, em São Paulo, ao Psica, em Belém, passando por experiências internacionais como o Boom Festival, o texto mostra como esses eventos funcionam como espelhos do nosso tempo, revelando tensões, potências e novas formas de convivência coletiva.